Silverstone fez história esse ano. O Grande Prêmio da Inglaterra atraiu 564 mil fãs ao longo do fim de semana de corrida, tornando-se oficialmente o evento de Fórmula 1 com maior público de todos os tempos.
Mas os dados contavam uma história diferente. Enquanto a audiência geral da TV caía, mais mulheres jovens estavam assistindo. Então, o que está atraindo uma nova geração de fãs mulheres?
To find out, we looked at the data behind the race. Para descobrir, analisamos os dados por trás da corrida.
Arquibancadas lotadas. Menos espectadores
Embora as arquibancadas estivessem lotadas de fãs, menos pessoas assistiram de casa. A audiência total da TV no Reino Unido caiu 6% em relação a 2025 – provavelmente devido à onda de calor que atingiu todo o país durante o fim de semana da corrida.
De primeira, parecia que o interesse pela corrida tinha diminuído. Mas, ao analisar além dos números principais, percebeu-se uma tendência interessante.
O equilíbrio de gênero mudou, com a participação das mulheres na audiência total aumentando em 2,9%.
Os números levantaram uma pergunta importante.
Será que isso foi apenas uma mudança pontual em torno do Grande Prêmio da Inglaterra, ou parte de uma mudança mais ampla do público que acompanha F1?
A Geração Z está acompanhando
Para responder a essa pergunta, recorremos aos dados do Target Group Index Global Quick View para analisar as tendências globais no interesse das mulheres pela Fórmula 1.
Essa tendência não se limitou a um único fim de semana.
Embora as mulheres entre 25 e 34 anos continuem sendo o maior público feminino de Fórmula 1, o maior impulso está vindo de uma faixa etária diferente.
O interesse entre as mulheres de 16 a 24 anos vem aumentando nos últimos dois anos, tornando-as o segmento de público que mais cresce nesse esporte.
Os dados nos revelaram algo importante: uma nova geração de mulheres está descobrindo a Fórmula 1. O que eles não conseguiram nos dizer foi o motivo.
O que está atraindo as mulheres para o esporte? O que isso significa para a evolução da torcida da Fórmula 1 daqui pra frente?
Basicamente, é pelo drama que estou aqui!
Tradicionalmente, para entender o porquê, era necessário recorrer à pesquisa qualitativa. Mas isso já não é mais o caso. Para responder a essas perguntas, fomos direto à fonte.
Com o uso da nossa solução, Digital Twins, exploramos essas perguntas em questão de minutos.
Ao combinar a IA com os dados nosso painel e do Target Group Index sobre consumidores, o Digital Twins cria perfis sintéticos que refletem os comportamentos e atitudes reais do público, ajudando a revelar suas motivações.
Criamos a Jamie – uma persona sintética desenvolvida a partir do nosso próprio painel e dos dados do Target Group Index – para explorar as motivações por trás dessa tendência. A Jamie é uma fã de 19 anos do Reino Unido, que se interessou pela Fórmula 1 no último ano.
Veja o que ela nos contou:
Ligando os pontos
Embora, para muitas fãs, as corridas, a engenharia e os carros continuem sendo o principal atrativo, para algumas novatas, especialmente entre a Geração Z, a Fórmula 1 não se resume a carros mais velozes ou desempenho técnico. Trata-se de personalidades, rivalidades e do drama. Trata-se das histórias por trás do esporte – e do fluxo constante de conteúdo nas redes sociais que mantém as fãs engajadas entre os fins de semana de corrida.
- Os dados de audiência revelaram essa mudança.
- A inteligência de consumo mostrou quem estava por trás desse movimento.
- Os dados sintéticos ajudaram a explicar o por que isso estava acontecendo.
Mas a lição mais importante vai além da Fórmula 1. Nenhum conjunto de dados, por si só, conta toda a história. Mas juntos, eles contam.